A partir da Revolução Francesa, em 1789, as mulheres passam a atuar na sociedade de forma mais significativa, reivindicando melhores condições de vida e de trabalho.
Em 1791, Olympe de Gouges lança a "Declaração dos Direitos da Cidadã", onde reivindicava o "direito feminino a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo suas capacidades."
Na segunda metade do século 18, com a revolução industrial e a absorção do trabalho feminino pelas indústrias, como forma de baratear a mão de obra, inseriu-se definitivamente a mulher no mundo da produção.
Não tardaram manifestações operárias pela redução da jornada de trabalho e pela livre associação dos trabalhadores. Foi no bojo destas manifestações que 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica.
No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia fecharam as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, as tecelãs morreram carbonizadas. É em sua homenagem e a tantas outras guerreiras que desde 1911, neste dia, mulheres do mundo todo saem às ruas e lutam por seus direitos.
Viva nossas diferenças com direitos iguais!
Viva o Dia Internacional da Mulher!
No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia fecharam as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, as tecelãs morreram carbonizadas. É em sua homenagem e a tantas outras guerreiras que desde 1911, neste dia, mulheres do mundo todo saem às ruas e lutam por seus direitos.
Viva nossas diferenças com direitos iguais!
Viva o Dia Internacional da Mulher!

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